NOVA YORK DESCOMPLICADA: CUPCAKES

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Como ir à Nova York e não comer os mais deliciosos CUPCAKES do mundo?! Impossível, né! Então vem comigo e anota aí os melhores lugares para experimentar os bolinhos delicia da cidade.

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  • Baked by Melissa: a confeitaria faz os mini cupcakes mais fofos ever! É só passar lá e escolher os sabores dos seus preferidos, que vem em uma caixa (de 2 a 12). É o tamanho perfeito de uma bocada. A massa é molhadinha e o buttercream deles (com muito açúcar) é delicioso! Pegue uma bandejinha e sente no Bryant Park pra saborear e curtir o parque mais aconchegante da cidade.

 

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  • Eleni’s: eu traio meu amado Red Velvet (só peço esse em todo lugar, gente!rs) por um Boston Cream do Eleni’s. Não é à toa que esse é o sabor mais famoso da casa. Massa branca fofinha, recheio de creme de baunilha e cobertura de ganache. Vocês não estão entendendo o tanto que isso é bom! A confeitaria fica no Chelsea Market, o que dá a chance de dar uma volta pra conhecer o mercado, comprar seus cupcakes e subir pro High Line Park pra devorá-los no melhor estilo novaiorquino. Não tem como ser melhor!

 

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  • Magnolia Bakery: esse dispensa apresentações. A confeitaria que completou 20 anos em 2016 viu as vendas de cupcakes explodirem depois que Carrie Bradshaw deu uma passadinha por lá em um dos episódios de Sex and the City. Os cupcakes fizeram a fama do local, mas o doce mais famoso é o Banana Pudding (que eu nunca experimentei, confesso, porque aquele Red Velvet fica piscando pra mim)rs Enfim, filas e a oportunidade de pegar seu cupcake e sentar numa pracinha pra saborear a gostosura ‘just like a new yorker‘.

EXTRA! EXTRA!

Outra confeitaria que merece a visita (e os quilos a mais pós-ferias) é a Crumbs. Nessa viagem não consegui passar lá, mas conheço ‘de outros carnavais’ e é muito bom! Mais um ‘Red Velvet to go, please!’ 

Agora, vamos combinar, existe cupcake ruim em Nova York?! Se tem, ainda não conheci e prefiro continuar indo nas bakeries que vendem os melhores. O fato é que você não pode ir à NY e não comer esse doce tão a cara da cidade e ao mesmo tempo, tão comfy food. 

Espero que tenham gostado e acalmem as lombrigas, porque os posts sobre comidas da serie NOVA YORK DESCOMPLICADA, se encerram hoje com a sobremesa. Mas tem muitos outros assuntos ainda por vir! Não vão perder, hein!

Beijo, outro, tchau!

P.S.: a cara de boba nas fotos é cortesia da casa, resultado do estado de euforia causado pela quantidade de açúcar no sangue, mas principalmente, pela alegria de estar em NY <3

NOVA YORK DESCOMPLICADA: HAMBURGUERIAS

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HAMBURGUERIAS excelentes é o que não falta nos Estados Unidos e com certeza NOVA YORK concentra a maior parte delas. Eu tinha que me controlar pra não pedir hambúrguer nos restaurantes que fui, já que todos tem o prato no cardápio, e deixar para experimentar numa hamburgueria mesmo. E olha, não foi fácil…se deixasse, era todo dia ‘hamburgão’ na veia!rs

Da última vez que estive na cidade, em 2013, fui com as amigas (hey, Roomie!) no 5 Napkin Burger, que ficava pertinho de casa, na 9th Ave e achei o lanche uma delicia, decoração linda e atendimento muito bom. As pessoas costumam fazer muito happy hour lá também. Vale a pena a visita! Outro lugar que queria muito ter ido e acabou passando, é o Umami Burger (entrem no site e chorem de vontade, como eu agora). Parece ser incrível! E sabe que eu até gosto de deixar alguns lugares por visitar…assim vira motivo pra gente voltar mais vezes pra NYC, né!rs

Mas dessa vez na viagem, só levei meu marido nas hamburgueiras que eu já conhecia. Fomos nas que, até agora, considero meu top 3. Quer saber quais são?! Vem comigo e não se pesem depois de ler, porque esse post vai engordar só de ver!rs

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  • SHAKE SHACK: hambúrguer assado na hora, carne saborosa, suculenta, com queijo feito especialmente pra rede, salada fresquinha e pão de batata macio. Hummm é demais, gente, serião! Pra acompanhar, ainda tem aquela batata frita toda frisadinha, deliciosa. O tamanho do lanche+batata não é ‘padrão americano’, ou seja, nada exagerado, o que pra mim é excelente, já que eu tenho estômago de passarinho. Isso coloca o Shake Shack no topo da minha lista. Você sai de lá satisfeito, sem se sentir estufado e querendo voltar no outro dia!rs O tradicional fica no Madison Square Park, onde você pode saborear seu burger ao ar livre, com vista pro Flatiron Building, mas existem muitas outras unidades pela cidade e todas valem a pena a visita.

 

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  • BURGER JOINT: dentro do tradicional Hotel Le Parker Meridien, onde você entra no lobby e vira a esquerda num corredorzinho escuro, essa hamburgueria te dá a sensação de exclusividade, de que ‘só quem sabe, vai lá’, apesar de ‘meio-mundo’ já conhecer!rs O Burger Joint é super super descolado, escondido, meio ‘cafofo-chic’, sabe?! O hambúrguer é sem comentários, delicioso, farto, carne no ponto, rosada por dentro e a batata é sempre crocante, uma das melhores que já comi. Você ainda pode deixar registrado que foi lá, escrevendo seu nome nas paredes <3 Ah! E já temos uma unidade no Braseeel, em São Paulo, se você não estiver se aguentando de vontade de experimentar. Ainda não fui pra saber se é igual mesmo…sou apegada ao original!rs

 

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  • FIVE GUYS: conheci o lanche deles num outlet em Orlando e amei! Com 30 anos no mercado, o Five Guys oferece hambúrguer generoso, saboroso e com batatinhas que são fritas em óleo de amendoim (sabia disso?!). Aliás, o amendoim próximo ao caixa é free e à vontade. Essa unidade que eu fui da rua 42th não é das melhores, por causa do movimento intenso de turistas na região, o que acaba deixando a hamburgueria sempre lotada (e meio sujinha), estilo “festa estranha com gente esquisita”. Mas a gente tá lá pelo hambúrguer e é isso que vale!

Como é que faz com as lombrigas agora?!rs Realmente são todas hamburguerias muito boas, preço ok e lanche delicioso. Dica de amiga! Espero que tenham gostado e se tiverem sugestões e outras indicações, escrevam aqui nos comentários, que adoro ler!

Beijo, outro, tchau!

NOVA YORK DESCOMPLICADA: RESTAURANTES QUE EU FUI

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Quem não ama falar de comida, conhecer novos lugares, encher a boca de saliva quando seu prato preferido chega?! Por isso, no post do NOVA YORK DESCOMPLICADA de hoje o assunto é restaurantes que eu fui. Tem orgânico, descolado, junk food, tudo de delicioso que eu experimentei em NYC. Como diria um amigo meu (oi, Gab!) #porquebocafoifeitapracumê …então, vem comigo!

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  • Bubba Gump Shrimp Co: restaurante especializado em frutos do mar e queridinho dos brasileiros, já que fica na região da Times Square (maior concentração de brasileiros por metro quadrado, depois do Woodbury Outlet, claro). A loja Bubba Gump (não esqueça de comprar seu boné vermelho igual ao que o Forrest usa pra correr) é no térreo, enquanto que o restaurante fica no piso superior. O salão é todo temático baseado no filme Forrest Gump, com decoração rústica e colorida, bem pra turista ver mesmo. A comida é deliciosa, a Margarita é generosa (na America não tem miseria…eles trazem uma jarra mesmo), o atendimento é bom e divertido, com direito a quiz sobre o filme (acertei tudo e me achei!kkk). Minha sugestão?! Mac&Cheese com camarão. De-li-ci-o-so! Ah, e tente pegar uma mesa próxima a janela pra ter a vista da Broadway, enquanto saboreia seu macarrão. Já quero voltar!

 

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  • Serafina Restaurant: comida italiana deliciosa, com grande variedade de pratos. As localizações são bem democráticas, sendo 8 unidades em Nova York: Harlem, UWS, UES, Meatpacking e o restante em Midtown. O atendimento é sempre bom, a decoração é linda, com iluminação cênica e os pratos são divinos! Desde o tradicional Farfalle ao limoncelo com camarão, até à pizza. É a famosa comfort food, não tem erro. O legal é conhecer cada vez uma unidade, porque com certeza você vai querer voltar sempre!

 

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  • by CHLOErestaurante vegano, que faz você esquecer a ausencia de carne no menu, de tão delicioso que é. Do jeito que eu gosto: saudável e saboroso. Os assentos são concorridíssimos, não importa o horário que você vá. Mas insista! Vai valer a pena. A Kale Caesar Salad é bem servida (pra uma pessoa) e deliciosa. O Mac&Cheese deixou um pouco a desejar pela quantidade, não pelo sabor. Valeu pra experimentar o bacon de shitake (sim, substitui muito bem o original). Pedi um smoothie Purple Rain pra acompanhar, que nem sei todos os ingredientes envolvidos, mas tinha beterraba e era muito gostoso! O by Chloe já entrou pra lista dos meus queridinhos pela comida boa, fachada charmosa, decoração leve (olha a arquiteta reparando em todos os detalhes) e localização (esquina da Bleecker com a Macdougal Street). Dá pra sair do metrô (estação West 4th Street) e dar uma volta por Greewich Village e pelas lojinhas da Bleecker e depois descansar nos bancos do Washington Square Park antes ou depois do almoço. Delicia!

 

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  • Jack’s wife Freda: acho que esse foi o mais descoladinho de todos os restaurantes que fui nessa viagem. O lugar é pequeno, os garçons são super gente fina, parece que todo mundo ali se conhece, é de casa mesmo. E a historia por trás do restaurante é essa, já que Jack e Freda são os nomes dos avós do dono, por isso todo menu (que é bem sucinto) é baseado na família, que sempre recebia amigos e parentes com comfort food à mesa. O JWF fica pertinho do by Chloe, na mesma região em West Village, que foi a unidade que eu conheci, mas eles também atendem no SoHo, as duas com estações de metrô por perto. O bom dessa região é que tem uma Magnólia Bakery perto pra pausa da sobremesa (que vai ficar pra um próximo post), além de você poder sair andando sem rumo e encontrar o prédio filmado pro seriado Friends ou a casa de Carrie Bradshaw (sim, fui em todos e até suei de emoção!rs Vou contar em outro post também). É um bairro que eu queria pra morar!…quem sabe um dia!

 

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  • Sbarro: quem não conhece esse? O melhor pedaço de pizza de pepperoni da cidade! É claro que existem milhares de pizzarias divinas em Nova York, mas eu tô falando de pizza tradicional, que a gente vê nos filmes, estilo ‘podrão’, aquela pra comer com a mão (nem tente cortar com aqueles talheres de plástico que eles oferecem!). Pizza americana a gente come assim mesmo. A franquia existe desde 1956 e apesar de varias unidades terem sido fechadas nos últimos anos, pode confiar na qualidade da pizza ou do Spaghetti with Meat Balls, mas pára por aí. Um dia resolvemos tomar um ‘american breakfast’ lá e foi o pior da viagem. Mas tudo serve como experiência e na próxima vez, vou voltar lá pra matar a lombriga do pedaço de pizza mais delicioso que eu conheço.

 

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  • Olive Garden: nem ia falar do Olive, porque acho que todo mundo conhece, mas esse é outro queridinho dos brasileiros e por ter preço bom e ser farto, achei que poderia interessar à alguém, afinal não é todo dia que a gente quer desembolsar uma quantia generosa numa refeição. O OG tá ali no meio do seu caminho, na Times Square, não tem como não parar pra comer na hora que bate aquela fome depois de 15km percorridos a pé (a.k.a. eu). E o legal é ir nessa unidade mesmo pra sentar perto da janela e ver as luzes da Times/ Broadway. O restaurante tá sempre lotado, mas é enorme e com certeza você não vai ter que esperar por uma mesa. O problema de estar sempre cheio de turistas, é que o atendimento e a limpeza não são lá essas coisas. Deixou um pouco a desejar nesses quesitos, mas tirando isso, os pratos estavam muito bons, sem contar a salada free e à vontade que eles servem na hora que você senta e escolhe as bebidas. Fica a dica!

 

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  • Eataly: dentro do 4 World Trade Center, esse Eataly é novíssimo e ótimo pra fazer uma parada, depois de conhecer todo o complexo (que ainda está em construção). Encontramos uma brasileira trabalhando lá, que foi super atenciosa e explicou como funcionava tudo. O lugar segue o padrão da rede, cheio de produtos diferentes e acessórios fofos pra casa, sempre muito aconchegante. Sentamos no balcão e pedi um spaghetti Cacio e Pepe, que é feito com queijo pecorino e pimenta-de-reino, que queria muito experimentar e posso dizer que foi uma das melhores massas que comi. Dois ingredientes e muita técnica pra fazer esse macarrão de-li-ci-o-so.

Além de restaurantes, tem o famoso ‘dogão’ do carrinho na rua, que tem em toda esquina e é feito com um tipo de linguiça, e não salsicha como estamos acostumados, mas ‘when in New York’…ou seja, TEM QUE experimentar! Uma outra opção rápida e bem mais saudável que o ‘dogão’, é o Just Salad, onde você pode escolher as opções do cardápio ou montar sua salada orgânica com os ingredientes que quiser. Tem vários pela cidade, é fácil de encontrar e a porção é generosa.

Esses foram os restaurante que eu fui, alguns já conhecia, outros coloquei na minha food list pra conhecer e tive ótimas surpresas! Tudo baseado na minha humilde opinião, ok?! Como falei no outro post sobre HOTEIS NA BIG APPLE da semana passada, não gosto de falar mal, porque o que não serve pra mim, pode ser ótimo pra outra pessoa, mas vou sempre ser o mais sincera possível ao dar minha opinião pessoal.

Espero que vocês gostem, que possa ajudar a quem está com dúvidas e que vocês fiquem com muita vontade de conhecer tudo isso e programem uma viagem pra Nova York em breve! Quem quiser perguntar, dar dicas, sugestões ou críticas, escreve aqui nos comentários. Todos são super bem-vindos!

Beijo, outro, tchau!

#INSTALOOK [NEW YORK CALLING]

Até o #INSTALOOK entrou na vibe novaiorquina e traz 6 looks, estilo NEW YORK CALLING! Vem ver!

O que é essa estação de metrô do World Trade Center, projetada pelo arquiteto espanhol Santiago Calatrava?! Olha essa luz maravilhosa do lugar, minha gente! O look nem importa muito num cenário lindo desse.rs Esse dia tava lindo, céu azul, temperatura delicia, deu pra usar um short jeans com a over the knee e minha camisa estrelada, que eu adoro. A ‘gringaiada’ aprovou!rs

Além dos pés, nosso segundo meio de transporte foi o metrô. Não é difícil, depois que você pega o jeito. Melhor ainda quando você foge dos horários de pico e tem um vagão todo seu pra fazer #lookdodia!rs O mais importante na viagem é o conforto, mas precisa ter um algo a mais né?! Pra isso, mix de estampas no casaco com a camisa e meu sapato favorito. Pronta pra começar o dia!

•com tanto cenario lindo e a gente fazendo #lookdodia na entrada do hotel mesmo•🙄

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E minha saia amada veio passear em NY comigo! Passear mesmo, porque essa foi a única vez que consegui usar a belezinha. À noite fazia um clima super gostoso, diferente da manhã, que era mais fria, por causa do vento. Como os pés já estavam pedindo arrego, coloquei meu Adidas e a jaqueta é BFF nos Estados Unidos: cada loja, restaurante, teatro, que você entra o ar-condicionado tá bombando!rs Ou seja, é jaqueta na mão, nos ombros ou amarrada na cintura mesmo.

A foto tá meio ‘sombria’, mas é que o hotel todo tinha essa iluminação mais cênica, na penumbra mesmo. Look todo branco, com blusa turttleneck e pantalona, sem esquecer nunca da jaqueta preta. Peguei dias com clima ótimo, como falei, mas dentro do teatro sempre é friozinho. Vou falar isso num próximo post da serie NOVA YORK DESCOMPLICADA sobre os musicais da Broadway, mas Cats é demais! Já assisti outros e tinha muita vontade de ver este, que estava fora de cartaz desde de 2000 e voltou este ano. “Para nooossa alegria!” 

Mais uma noite de clima mega agradável, mas a jaquetinha não pode faltar! Rolou até saia de couro com bota over the knee. Como a Times Square era do lado do nosso hotel (do lado mesmo, meia quadra), íamos sempre pra lá, sentávamos na escadaria vermelha, ficava vendo o movimento (e que movimento tem aquele lugar!), conversando e tirando fotos. Depois de um tempo você pega aversão àquela muvuca e faz outros caminhos pra fugir dali. Mas que é uma delicia a primeira vez que você vê aquelas luzes todas, ah isso é! Mesmo que seja a ‘primeira vez da quinta vez’ que você vai pra lá, como eu.rs

E o que dizer dessa foto?! Nova York tem uma luz especial, tanto de dia, quanto à noite, isso é fato! Acho até que o iPhone foi feito pra ser usado lá, as fotos saem todas lindas, com cores incríveis, nem precisa de uma máquina fotográfica muito boa, porque todas suas fotos vão ser ‘de revista’!rs Nesse dia, peguei minha mom jeans que tinha acabado de comprar na ‘Zareta’ e já saí com ela (#soudessas…não posso ver roupa ou sapato novos)rs. É como se o outono começasse no primeiro dia de outubro lá e como eles dizem, é sweater wheather, por isso coloquei meu tricô rosinha pra segurar o vento frio e Adidas nos pés, porque né…só ele salva!rs

Gente, ainda tem muito look da viagem, que eu vou postando aos poucos no Instagram (sigam-me os bons @vivitpontes). Espero que tenham gostado desses aqui e aguardem os próximos!

Beijo, outro, tchau!

NOVA YORK DESCOMPLICADA: HOTEIS NA BIG APPLE

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Oi, pipow! Quem me acompanha aqui e nas redes sociais, percebeu que eu estava viajando. Passei duas semanas perambulando pela capital do mundo, Nova York. Por isso e por já ter visitado a cidade algumas vezes consideráveis, resolvi fazer uma serie de posts sobre vários assuntos relacionados a viagem, começando pela reserva do hotel. Bem-vindos à NOVA YORK DESCOMPLICADA: hoteis na Big Apple.

Quando comecei a pesquisa sobre os hoteis que tinha interesse em me hospedar, a reclamação era sempre a mesma: quartos muito pequenos. E é assim mesmo, se você não estiver a fim de investir muito (#temposdecrise) nesse quesito, vai encontrar um quarto de 12m² no máximo (contando quarto e banheiro). Minha media inicial era de R$800/diaria, mas como deixei para reservar mais próximo a data da viagem (NÃO façam isso!) e coincidiu com a New York Fashion Week e US Open, os preços foram lá pra cima e acabei tendo que pagar R$1000/diaria em media.

A verdade é que a cidade oferece centenas de hoteis, dos mais variados valores, nas mais diferentes localizações e que têm uma media de ocupação de 80% durante todo o ano. Ou seja, os preços nunca são ‘amygos’. A vantagem dessa quantidade enorme de hoteis, é que você sempre vai encontrar um que te atenda. Sempre! Esses foram os que eu cotei, olha só:

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  • Hudson New York: fiquem apaixonada nesse hotel! Super descolado, decoração in-crí-vel, piso de madeira nos quartos (ponto mega-blaster-positivo…limpeza não é forte da cidade), no topo de Hell’s Kitchen e no ‘pé’ do Central Park, ao lado da Columbus Circle, enfim, tudo perfeito. Mas a reclamação maior era o tamanho dos quartos Standard, serem muito pequenos. Tava até disposta a encarar um ‘cubículo chic’, mas pulei fora quando o preço subiu demais e saiu do meu orçamento. Mas ainda quero conhecer, numa próxima vez (Nova York é assim, uma vez que você vai, quer voltar sempre!).

 

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  • Empire Hotel: aquele luminoso vermelho no rooftop do prédio fez meus olhos brilharem. Já sabia que seria o mais caro dos que eu estava pesquisando, mas quem sabe não aparecia uma promoção, né! O hotel fica no começo do Upper West Side, ao lado do Lincoln Center. A região é dos phynos e moderninhos, diferente do Upper East Side, mais tradicional e chiquetoso. Minha sale imaginaria fail e fui pra próxima opção de hotel.rs

 

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  • Wyndham New Yorker Hotel: vizinho do Empire State Building e ‘grudado’ na 34th Penn Station, era uma das minhas primeiras opções. O hotel é lindo, todo em estilo art déco, inaugurado em 1929 e reformulado em 2000. A localização é um ponto mega positivo, principalmente se você está indo pela primeira vez à Nova York, pois fica no Garment District, em Midtown, ótimo para ir tanto pra Uptown, quanto pra Downtown, no meio do caminho. Perdi a chance de reservar quando o preço estava convidativo…fica pra próxima!

 

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  • Paramount Hotel: e esse foi meu escolhido! Hotel com uma fachada lindíssima em estilo renascentista francês e áreas comuns assinadas pelo designer Philippe Starck de cair o queixo. Deixei me levar pelos meus olhos de arquiteta quando vi o lobby com uma luminária de piso do Tom Dixon e passei 11 noites no menor quarto de hotel da minha vida! Não gosto de falar mal, mas vou dar minha opinião sincera: só voltaria se fosse para ficar num quarto maior e, consequentemente, mais caro. Ele fica do ladinho da Times Square, na rua do apartamento que aluguei em 2013, a 46th (Little Brazil), perto de todos os teatros da Broadway e tem uma cafeteria orgânica na esquina, a Pret a Manger e isso compensou todo ‘aperto’, literalmente. A verdade é que a felicidade de estar viajando é tão grande, que você acaba fazendo ‘vista grossa’ pra algumas coisas, né! No final, foram dias maravilhosos!

Fiz toda compra de passagens, seguro de saúde e reserva do hotel pela agencia Travel Time Turismo, que teve a maior paciência do mundo (obrigada, Gi!) com a minha indecisão entre os hoteis!rs Mas se você for mais ‘cibernético’ e corajoso, pode fazer tudo pela internet também. Eu prefiro pela agencia, porque assim tenho a quem recorrer caso aconteça algum probleminha.

Moral da historia: se você estiver disposto a investir bastante no melhor hotel (das outras vezes, sempre me hospedei no Grand Hyatt Hotel, maravilhoso e bem mais caro…’vacas gordas’, né mores), vai fundo! Agora se for só pra dormir e tomar banho, como eu, dá pra economizar e fechar os olhos pra certas situações. Nesse caso, não se deixe enganar por lobbies suntuosos e localização perfeita, porque você vai dormir numa lata de sardinha sim!

Espero que gostem dessa serie de posts NOVA YORK DESCOMPLICADA. Tem muito mais por vir nas próximas semanas: pontos turísticos, museus, lojas, comprinhas, shows, restaurantes e mais. Não vai perder, hein!

Beijo, outro, tchau.